O país dos nossos ‘hermanos’ tem atrações de Norte a Sul. Um lugar repleto de belezas naturais e opções culturais. Conforme os próprios argentinos, o volume de brasileiros que visitam as cidades é grande durante todo o ano. Com o período de férias se aproximando, esse destino acaba surgindo como uma das principais opções (nós mesmos já aproveitamos um final de ano na Argentina, como você pode ver mais neste post)

Você também quer se aventurar pelo país, separamos algumas dicas para que você não fique perdido.

 

Sobre o país

Encontra-se no Sul das Américas e faz fronteira com o Sul do Brasil. Sua capital, Buenos Aires, fica às margens do Rio da Prata. É banhada pelo Oceano Atlântico ao leste, onde fica a famosa praia de Mar del Plata. À Oeste, possui a Cordilheira dos Andes como fronteira natural com o Chile. A principal região vitivinícola do país fica em Mendoza. Ao Norte, destaca-se a região do Chaco, com belíssimas paisagens. Já no Sul, destaque para a região da Patagônia e cidades como Ushuaia e El Calafate. É considerado o 2º maior país da América do Sul.

 

Clima

Varia muito de Norte à Sul, já que é um país muito extenso. Os climas predominantes são o subtropical (no Norte) e o subpolar (no Sul). O verão na capital é muito quente e úmido, como já relatamos neste post.

O inverno no Ushuaia (extremo Sul) é muuuito frio, com uma paisagem branca devido a neve. Já em Mendoza o  verão é mais agradável, devido à proximidade da cidade com a Cordilheira dos Andes – o que faz com que as temperaturas sejam mais amenas que as encontradas na capital do país. No outono enfrentamos temperaturas negativas em Bariloche, mas sem neve. Ou seja, um país com clima para todos os gostos, hehe.

 

Bariloche no outono.

Eletricidade

A voltagem é de 220V. A dificuldade são as tomadas, com um padrão de três pinos finos. Como há muitos brasileiros que frequentam o país, normalmente os hotéis oferecem adaptadores. Mas não custa levar pelo menos um para garantir.

 

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Segurança

Apesar de ser apontado como um dos mais seguros da América do Sul, o país vem enfrentando problemas financeiros e a segurança acaba sendo comprometida. Na nossa última visita (em 2017) encontramos o Centro de Buenos Aires repleto de mendigos. Não tivemos problemas, mas não custa deixar o recado. Em lugares pouco movimentados é importante sempre ficar atento. A premissa é sempre ter cautela, afinal, se você tem cuidado em sua cidade/país, pra que arriscar no exterior, não é mesmo? Evite caminhar sozinho à noite (mesmo em áreas turísticas) e opte por utilizar o Uber ou táxi. Além de ser mais seguro, o risco de você se perder na cidade é bem menor.

 

Aproveitando a sombra no Parque General San Martin, verão em Buenos Aires.

 

Como chegar

Há vôos diretos saindo de várias cidades do Brasil, entre elas São Paulo e Porto Alegre. Durante o verão, a oferta aumenta e você encontra vôos diretos até para Mendoza! Na última visita, adquirimos passagens saindo de Florianópolis com chegada em Buenos Aires (ida) e de Mendoza direto para Florianópolis (volta), pela Aerolíneas Argentinas. Você também pode ir de ônibus ou de carro, dependendo de onde você esteja e do tempo que tem disponível para deslocamento.

 

Passaporte e visto

Não é obrigatória a apresentação de passaporte, sendo possível o uso apenas da carteira de identidade. Brasileiros não precisam de visto para entrar na Argentina, desde que a estadia não ultrapasse 90 dias. Mas o uso somente da identidade acaba limitando a compra de moeda lá (com o passaporte você consegue adquirir mais pesos por transação nos bancos e casas de câmbio). Portanto, se você irá apenas com a identidade, certifique-se de que você terá dinheiro suficiente para se manter durante o tempo de estada no país.

 

Moeda

É o Peso Argentino. Quando fomos, a cotação estava (mais ou menos) 5 por um. Ou seja, 5 pesos equivalia a R$ 1. Devido a crise, esse valor baixou bastante. Vale a pena sempre conferir a cotação.

Dica! Leve R$ e troque no Banco de La Nación. Pesquisamos e valia mais a pena que os cambistas na rua! Há uma agência no próprio aeroporto. Utilizamos também o cartão de crédito, que é aceito na maioria dos estabelecimentos. Só não esqueça de habilitar a bandeira internacional 🙂

 

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Fuso Horário e comunicação

Ótima notícia! É o mesmo que o do Brasil: UTC-3:00. O código de telefonia é +56 e o valor para adquirir um chip telefônico local é acessível. Em uma de nossas idas (para Buenos Aires) compramos um chip da Claro em um dos Kioscos (lojinhas de conveniência que podem ser encontradas com facilidade nas ruas) que custou aproximadamente R$10. Também é muito fácil encontrar wi-fi pelas cidades. Há sinal liberado em restaurantes, museus, praças e outros estabelecimentos, o que facilita o acesso e a comunicação. Tanto que na ida para Bariloche utilizamos apenas os sinais de internet livres.

 

Língua

É o espanhol. Mas você consegue se virar muito bem com um portunhol 🙂.

 

Circulando pelo país

O transporte aéreo para ir de uma cidade à outra não é tão caro. Se você está com pressa, é a melhor alternativa. Já se você está com tempo, o melhor é desbravar o país de ônibus, parando em rodoviárias de cidadezinhas aconchegantes e conferindo as belíssimas paisagens que o país tem a oferecer.

Já para se locomover dentro das cidades, aproveite o baixo custo do transporte público.

 

Transporte público em Buenos Aires.

 

Dica! Adquira o cartão Sube. Com ele você pode utilizar vários modais de transporte como metrôs e ônibus. Também pode recarregá-lo em qualquer Kiosco. Cuidado com taxistas espertinhos. Sempre ande com o GPS na mão para não ser enganado. Se possível, prefira o Uber.

 

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